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ALIMENTAÇÂO NO PRIMEIRO MÊS DE VIDA

No primeiro mês de vida a criança deverá receber aleitamento materno exclusivo de 3 em 3 horas. Esse intervalo também deverá ser mantido durante a noite até que a criança esteja ganhando peso adequadamente, que nessa faixa etária é de 20 a 40g / dia. O bebê deverá mamar nos dois seios, de 15 a 20 minutos. É importante lembrar de começar com o ultimo seio na próxima mamada Visitas ao pediatra são indispensáveis nessa fase.

Dra. Claudia Helena Alves
Pediatria e Endocrinologia Infantil.
draclaudiahelena@terra.com.br

SER MÃE, PARA CADA FASE UM PAPEL

Ser mãe é, acima de tudo, desempenhar o papel mais importante na vida do filho. Mas para o filho pequeno, a menininha que virou mulher e lhe deu a vida é muito mais que um ser humano. É um ser mágico, encantado, cheio de super poderes.

Algumas vezes, essa mulher não entende o papel que ocupa. É natural, pois esquecemos o quanto nossa mãe significava naquele tempo que éramos tão miudinhos e ela era super poderosa. E além do mais, ela é realmente um ser humano: tem sono, fome, falta de paciência, carências, desejos, pressa e dor de cabeça. É alguém que cresceu, mas lá dentro, em um lugar que só ela conhece, ainda mora a menina que um dia ela foi.

O problema é explicar isso para o filho. Ele quer e precisa que essa mãe ocupe seu papel sagrado, assim como esperamos que o chefe, o marido, a secretária e o presidente ocupem seus papéis em nossas vidas.

Todos os dias essa mulher vive o incrível desafio de ser uma pessoa com todas suas necessidades e limitações humanas, mas que desempenha um papel tão fundamental na vida de outro ser que ela tanto ama.

Para cada fase do filho, a mãe tem um papel especifico:

  • Para o bebê a mãe é continente, é presença, é calor, é toque, sorriso, ritmo acolhedor, música e leite bom. É plantar a semente e acreditar nela. É olhar para o bebê e saber que ali vive um vencedor e tratá-lo como tal. É oferecer junto com cada gota de leite, a convicção de que aquele é um ser humano maravilhoso. Um príncipe ou princesa.
  • Para a criança que explora o mundo, a mãe é olhar vigilante e sorriso permissor. A sombra de uma árvore protetora, oferecendo muitos estímulos, liberdade, limite com firmeza e amor, sorrisos, palavras doces, carinho e colinho quente depois de cada jornada.
  • Para o filho que aprende a ler, a mãe é um dedo que mostra as letras enquanto conta estórias, é ir libertando o filho devagarzinho, dando mais linha a cada dia, é presença certa do outro lado da linha, é confiança. É aquele rosto amado cheio de aprovação e acolhimento, aquele abraço forte que apaga tudo de ruim que acontece lá fora.
  • Para o filho escolar, a mãe é quem ensina habilidades, mostra o mundo, a cultura, dá estrutura, rotina saudável, liberdade e aceitação para o filho ser o que é não o que ela gostaria que ele fosse. É preparar o filho para o mundo, dar limite e disciplina e ser a primeira a gostar de verdade dele, até quando faz bagunça e conta mentira. É espiritualizar – se.
  • Para o filho adolescente, a mãe e alguém disponível, mas na dela. Capaz de lembrar de como gostaria que sua mãe tivesse sido na adolescência e ser essa mãe. Capaz de sair de cena, mas ficar atrás da cortina. Ser a primeira a gostar do adulto que surge no meio das espinhas e gírias. É confiar, confiar muito, e ir soltando mais e mais a linha. É fé pura. É se preparar para cuidar de si mesma, buscar um sentido próprio de viver.
  • Para o filho que sai de casa, a mãe é saudade mútua. É cheiro gostoso de casa, é amor como nenhum outro supera. É segurança de um porto seguro em algum lugar do planeta onde tudo é familiar e você pode chegar sem ser convidado. É um coração preparado para os trancos e barrancos que você assistirá seu filho passar. É aceitar a impotência e por mais que saiba de tudo que seu filho precisa ouvir, nunca mais querer educa - lo.
  • Para o filho que tem filho, a mãe é vó. É apoio, é aprovação, é não querer competir, nem querer ajudar sem ser convidada. É curtição total dos netos. É ter a sua própria vida, por mais que se sinta essencial. É saber envelhecer e assistir a vida que criou perpetuar a sua história. É saber que ocupou e ocupará sempre o mais importante papel no palco da vida.
Mel Balestiero
Psicóloga
mel@onucleopsicologia.com.br

ACUPUNTURA E A GESTAÇÃO

A mulher grávida pode apresentar diversos sintomas durante os nove meses de gravidez, alguns mais intensos no início do primeiro trimestre, outros mais evidentes no final da gestação.

O médico obstetra, muitas vezes, tem dificuldades no tratamento destes sintomas pela contra-indicação do uso de algumas medicações durante a gravidez. É neste contexto, que a acupuntura tem ganhado espaço durante o pré-natal.

A acupuntura é praticamente indolor, sem contra-indicações ou seqüelas se realizado por um profissional experiente. As principais indicações do uso da acupuntura na gravidez são:

  • Hiperemese gravídica: doença que acomete as gestantes no primeiro trimestre de gestação e se caracteriza por náuseas e vômitos muitas vezes incoercíveis, necessitando muitas vezes de internação hospitalar. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a acupuntura tem a sua eficácia comprovada cientificamente para o uso em gestantes com náuseas e vômitos.
  • Bebê sentado: A acupuntura e a moxabustão são importantes alternativas na manutenção das chances de um parto normal, já que podem auxiliar na versão interna do feto, ou seja, o feto com apresentação pélvica (sentado) poderia virar cefálico (de cabeça para baixo). As taxas de sucesso, segundo Ayman Ewies, são de 84,6% em gestantes com mais de 34 semanas.
  • Dores lombares: Uma das queixas mais freqüentes das gestantes durante o pré- natal é a dor nas costas, principalmente na região lombar. O principal fator de piora da dor lombar se deve principalmente ao aumento da região abdominal, deslocando o eixo longitudinal de equilíbrio para trás e fazendo com que os músculos para-vertebrais se contraiam para tentar manter a posição ereta. Como na gravidez, o médico obstetra não pode utilizar alguns medicamentos como os antiinflamatórios, a acupuntura torna-se muito útil no alivio dos sintomas. Uma revisão sistemática da literatura médica realizada por Young e Jewell mostrou que o uso da acupuntura na gravidez pode tratar a dor lombar e pélvica, agindo também na sua prevenção.
  • Outras indicações: A acupuntura pode melhorar também as crises de enxaqueca, dores em baixo ventre, rinite alérgica, insônia, depressão, ansiedade, entre outras alterações que podem ser observadas durante a gravidez. A acupuntura pode ser realizada sem efeitos colaterais para as grávidas e seus bebês e é uma forma de tratamento muito importante nesta fase da vida, quando o uso da maioria das medicações é contra-indicado.
Dr. Décio Teshima
Ginecologia, Obstetrícia e a Acupuntura.
falecom@drdecioteshima.com.br